Baixeza, crime, infamia se repetem,

Quer gravados no socco de uma estatua,

Quer em vil pelourinho memorados.

Eis a historia!—rainha veneranda,

Trajando agora sedas e velludos,

Depois vestindo um sacco despresivel,

D’immunda cinza apolvilhada a fronte.

Se as virtudes do pobre não tem preço,

Tambem dos vicios seus a nodoa exigua

Não conspurca as nações; mas ai dos grandes,