Sim, sei amar; porêm do immenso pégo

D’uma existencia misera e cançada,

Quero uma hora, um instante de socego.

Dera a vida a uma alma apaixonada,

A um peito de mulher que me entendesse,

Onde eu pousasse a fronte acabrunhada.

Porêm, que fosse minha, e que eu soubesse

Que os labios que beijei são meus somente,

Nem pensa em outro, nem de mim se esquece.

Nem vai de prompto derramar demente