O triumpho que a vida nos doura,
Ou a morte de baço pallor.
Amanhã!—é o vento que ruge,
A procella d’horrendo fragor,
É a vida no peito mirrada,
Mal soltando um alento de dôr.
Amanhã!—é a folha pendida,
É a fonte sem meigo frescor,
São as aves sem canto, são bosques
Já sem folhas, e o sol sem calor.