Exposta ao fogo, arde em chammas,

—Deixai-a, desfaz-se em pó!

Hei de sentir outra vida,

Outra vez meu coração

Escutarei palpitando

De amor, de fogo e paixão.

Lascado tronco sem graça,

Tal fui, tal me ves agora!

Mas venha o orvalho celeste,

Venha o bafejo da aurora;