Nenhum suspiro fingido,

Nem voz que o peito não sinta.

Basta-me um gesto, um aceno,

Uma só prova,—e verás

Minha alma, presa em teus labios,

Como de amor se desfaz!

Ver-me-has rendido e sugeito,

Captivo e preso á tua lei,

Mais humilde que um escravo,

Mais orgulhoso que um rei!