Entranha-te na terra, hei de afundar-me;
Passa ao travez do fogo, irei comtigo;
Aos céos remonta, hei de seguir-te sempre,
Ver-me-has sempre a teu lado.
De ti não póde a força desprender-me,
Nem separar-me o fado. Em ti só vivo;
E quem dos dias teus souber o termo,
Que a vida me deixou tambem conheça.
Quando nas azas da esperança corro,
Onde me acenas, onde amor me aguarda,