E o íman na tormenta
Procura o norte seu;
Assim a nave rota,
Que o vento contrastára,
Entrando o porto, esquece
Que males já soffreu.
Debalde, pois, tua alma,
Que a minha dôr encherga,
Se mostra aspera e dura
Á voz do meu penar;
E o íman na tormenta
Procura o norte seu;
Assim a nave rota,
Que o vento contrastára,
Entrando o porto, esquece
Que males já soffreu.
Debalde, pois, tua alma,
Que a minha dôr encherga,
Se mostra aspera e dura
Á voz do meu penar;