Vê que inda sangra o coração ferido,

Vê que inda luta moribundo em ancias

Entre as garras da morte.

Sim, eu devera moderar meu pranto,

Soffrear minhas iras vingativas,

Deixar que as minhas lagrimas corressem

D’entro do peito em chaga.

Sim, eu devera confranger meus labios,

Mordel-os té que o sangue espadanasse,

Afogar na garganta a ultriz sentença,