Ou gota pura de crystal luzente

Filtrando os poros de uma rocha a custo,

Cahida em negro abysmo!

Devera pois meu pranto borrifar-te

Amigo e bemfazejo, como aljofar

De branco orvalho em perolas tornado

N’um calice de flôr;

Não converter-se em pedras de saraiva,

Em chuva de graniso fulminante,

Que em chão de morte as petalas viçosas