De algum ente peregrino,

De algum dos filhos dos céos;

E ante essa imagem creada,

Que vê sempre noite e dia,

Dobra as leis da phantasia,

Acurva os desejos seus.

É d’ella quando se carpe,

É d’ella quando suspira,

É d’ella quando na lyra

Entoa um canto feliz: