Dê-lhe um sonhar acordado

Por um viver a sonhar!


ANHELO.

No lago interior d’um peito virgem,

Que os ventos das paixões não agitárão,

Hei de em cifras de amor gravar meu nome,

Onde as nuvens do céo desenhão cores.

Nos meigos olhos, que embelleza o mundo,

De corrosivas lagrimas enxutos,