Semelha a donzella,
Que ri-se e que chora,
Á limpida aurora,
Que orvalha dos céos;
Não luz mais brilhante,
Não chora mais prantos,
Não tem mais encantos,
Que um riso dos seus.
II.
Quem me dera saber quaes são teus sonhos,
Semelha a donzella,
Que ri-se e que chora,
Á limpida aurora,
Que orvalha dos céos;
Não luz mais brilhante,
Não chora mais prantos,
Não tem mais encantos,
Que um riso dos seus.
II.
Quem me dera saber quaes são teus sonhos,