ESCHYLO.

A noite quando durmo, esclarecendo

As trevas do meu somno,

Uma etherea visão vem assentar-se

Junto ao meu leito afflicto!

Anjo ou mulher? não sei.—Ah! se não fosse

Um qual véo transparente,

Como que a alma pura alli se pinta

Ao travez do semblante,

Eu a crêra mulher...—E tentas, louco,