Antes d’espirar el dia,
Vi morir á mi esperanza.
ZARATE.
Que m’importa do mundo a inclemencia
E esta vida cruel, amargada?
Des’que os olhos abri á existencia
Um vislumbre de amor não achei!
Nem uma hora tranquilla e fadada,
Nem um gozo me foi lenitivo;
Mas no mundo maldicto, em que vivo,