A sorrir-se p’ra mim caroavel,
Reflectindo celestes encantos,
Que era visto d’um prysma ao travez:
Hoje trevas em manto palpavel
Me circundão,—nem já por acerto
Vejo triste nos prantos, que verto,
Luz do céo reflectida outra vez!
Que me resta na terra?—Estas flores,
Afagadas do sopro da brisa,
Disputando do sol os fulgores,