—Harmonia celeste,
Que á noite vem nas azas do silencio
Humedecer as faces
Do que enxerga outra vida além das nuvens.
Esta voz não é sua;
É accorde talvez d’harpa celeste,
Cahido sobre a terra!
Balbucias uns sons, que eu mal percebo,
Doridos, compassados,
Fracos, mais fracos;—lagrimas despontão