A febre que a devora
Lhe dá calor ao rosto,
E no silencio chora;
Presa de uma afflicção devoradora.
Uma tristeza funda, inexprimivel
O coração me anceia;
E triste e solitario n’um recanto,
Nunca mais solitario, nem mais triste
Do que entre a multidão que me rodeia,
Não encontro maior, mais doce encanto