E chóro o meo sonhar!
E fecho os olhos, e de novo intento
O sonho reatar.
Embalde! porque a vida me tem preso;
E eu sou escravo seo!
Acordado ou dormindo, é triste a vida
Desque o amor se perdeo.
Ha comtudo prazer em nos lembrarmos
Da passada ventura,
Como o que educa flôres vicejantes