Té a vingança m’esquece,
Fructo amargo e deleitoso,
Que tão tarde amadurece!
Es, Maria, qual palmeira,
Altiva, esbelta, engraçada,
No tronco seo balançada
Por leve brisa fagueira;
No teo amante a rever-te,
Como na fonte a palmeira.
Mas não sabes?—Do deserto