Sahia a escrava innocente

Co’ o filho innocente ao lado

Da tenda patriarchal.

A pobresinha chorava!

Alguns pães e um frasco d’agoa

E um peito cheio de magoa!...

Vê, contempla, ó triste escrava,

Teo sepulchro no areal.

Abrahão se compadece;

Mas debalde o sollicita