Que tinhão tanto fulgor;
Coração que tanto amava
Já hoje não sente amor;
Que o anjo bello da morte
A par desse anjo baixou!
Trocárão brandas palavras,
Que Deos sómente escutou.
Ventura, prazer, ledice
D’uma outra vida cantou;
E o anjo puro da terra
Que tinhão tanto fulgor;
Coração que tanto amava
Já hoje não sente amor;
Que o anjo bello da morte
A par desse anjo baixou!
Trocárão brandas palavras,
Que Deos sómente escutou.
Ventura, prazer, ledice
D’uma outra vida cantou;
E o anjo puro da terra