Que tinhão tanto fulgor;

Coração que tanto amava

Já hoje não sente amor;

Que o anjo bello da morte

A par desse anjo baixou!

Trocárão brandas palavras,

Que Deos sómente escutou.

Ventura, prazer, ledice

D’uma outra vida cantou;

E o anjo puro da terra