Inda cubiça a Europa o Ismaelita;

E em frente á cruz, o pallido crescente

Apparece nas torres da mesquita.

Oh! quanto humano sangue derramado!

Que de prantos e lagrimas vertidas!

Entre irmãos o combate é porfiado,

A raiva intensa, as lutas mal feridas.

De avistar esse quadro tão medonho,

Embora no porvir todo escondido,

A escrava tenta orar; porêm no sonho