Turbado, ardendo em ira,

Aos pés do mouro a atira.

O rei, que planta crimes,

Recolha vil traição.

Sus, ó rei, ás armas!

Empunha a larga espada,

E a fronte sombreada

Co’o negro elmo—deixa

Tingir-se em nobre pó:

D’encontro as alas densas