O meu termo fatal sem medo espero!
Eu então pedirei silencio á morte,
E fresca sombra á sepultura humilde,
Que me receba,—e á cuja superficie
Morrão sem echo da existencia as vagas.
Humilde seja embora! Que m’importa
Que a mão d’habil artista me não talhe
Mentiroso epitaphio em preto marmor!
O moimento faustoso, que se erige,
Arranco da vaidade, sobre a campa