Á cruel, que os não leve, que os não roube
Á senda matisada, onde os seus passos
Deslisão-se macios—ás caricias
D’um seio, que lhes presta brando encosto.
O fio da esperança os liga forte
A um corpo que declina, como os lios
De enrediça tenaz prendida á copa
D’uma arvore comida: amedrontados,
Como das fauces negras d’um abysmo,
Do pavoroso tumulo recuão.