Do bosque, amigo seu na leda infancia,

Bebe de novo, e de as gozar se applaude.

Hora do passamento! es da existencia

O momento mais sancto, o mais solemne:

Assim o rubro sol, quando no occaso

Em turbilhões de purpura se afunda,

Nos morredouros, despontados raios

Saudoso, extremo adeos á terra envia.

Tal o esposo se aparta suspiroso

E nas azas da brisa manda um beijo