E soffre até morrer!
A flôr ao menos, nesse breve espaço
Do seo doce viver,
Encanta os ares com celeste aroma,
Querida até morrer.
É breve o romper d’alva, mas ao menos
Traz comsigo prazer;
E o homem nasce e vive um só instante:
E soffre até morrer!
Meo peito de gemer já está cançado,