No prado, e terra, e mar!
E agora o que sou eu?—Pallido espectro,
Que da campa fugiu;
Flôr ceifada em botão; imagem triste
De um ente que existio...
Não escutes, meo Deos, esta blasfemia;
Perdão, Senhor, perdão!
Minha alma sinto ainda,—sinto, escuto
Bater-me o coração.
Quando roja meo corpo sobre a terra,