«Bufarinheiros de palavras, corvos
«De negro, feio agoiro, que esvoação
«Com grito grasnador por sobre o campo,
«Onde a peleja de reinar começa;
«Dizes-me tu—a mim! a mim que ao fóro
«Caminho inda hoje entre alas de clientes,
«Que so me visto de velludo e d’oiro,
«Em quanto vives de burel coberto,
«Co’os labios sobre o pó mordendo a terra!
«Dizes-me tu—a mim!...»