O negrume da noite avulta; e cresce
Mais feia a escuridão
Á luz da sacra pyra que derrama
Frouxo e tibio clarão.
Calou-se o canto, a prece,—é mudo o templo;
Apenas fraco sôa
Da torre o bronze, que a nocturna brisa
De rumores povôa.
Mas eis que de um sepulchro a pedra fria
S’ergue e sobre outras cáe.