«Desde então hei penado sósinho,
Verte sangue meo peito—de então;
Poude a morte acabar-me a existencia,
Mas delir-me não poude a paixão!
«Nosso adultero affecto no mundo
Não se acaba;—assim quiz o Senhor!
Não se acaba...—qu’importa?—hei gozado
Teos encantos gentis, teo amor.
«Por te amar outras fragoas soffrera,
Outros transes e dôr e penar;