—Oh! não, que eu soffro martyrios

Do que faço aos mais soffrer,

Soffro dôr de que outros morrem,

De que eu não posso morrer;

—Mas em parte a dôr me cura

Um pensamento, que é meo,—

Lembro aos humanos que a terra

É só passagem pr’a o céo.

—Faço ao triste erguer os olhos

Para a celeste mansão;