Senhor! Senhor!—clamavão.

E o vate emtanto o pallido semblante

Meditabundo sobre as mãos firmava,

Supplicando ao Senhor do interno d’alma.

Forão sanctos então.—Homero o mundo

Creou segunda vez,—o inferno o Dante,—

Milton o paraiso,—forão grandes!

E hoje!... em nosso exilio erramos tristes,

Mimosa esp’rança ao infeliz legando,

Maldizendo a soberba, o crime, os vicios;