E quanto se assemelha a tua calma
A do cruel malvado que impassivel
Contempla a sua victima torcer-se
Em convulsões horriveis, desesp’radas;
Crúas vascas da morte!...
Quem tão má te creou?
Tu que tragas o ente que esmorece
Ao despontar de vida
Tão rica de esperanças e tão cheia
De formosura e graças?!