Destroços e ruinas encontrando,
Onde esperava movimento e vida.
Não poder eu a troco de meu sangue
Poupar-te dessas lagrimas metade!
Oh! poder que eu podesse!—e almo sorriso,
Que tanto me compraz ver-te nos labios,
Inda uma vez brilhasse!
E essa existencia,
Que tão cara me é, t’a visse eu leda,
E feliz como a vida dos Archanjos!