Com ella n’essa campa adormecêrão.

Anjo no coração, anjo no rosto,

Devera o amor chorar sobre o teo seio,

Que não grinaldas funebres tecer-te;

Devera voz d’esposo acalentar-te

O somno da innocencia,—não grosseira

Canção de trovador não conhecido.

COIMBRA, Junho de 1841.


A MENDIGA.