E eu vi o seo anjo, mais triste no aspecto,
Mais baço, mais turvo da gloria o fulgor.
E á porta do vasto sombrio edificio
Um vulto chegou.
—Senhor, uma esmola!—bradou-lhe a mendiga:
E o vulto parou.
E rude no accento, no aspecto severo,
Lhe disse:—O teo nome?—
Tornou-lhe a mendiga:—Senhor, uma esmola,
Que eu morro de fome.