Patrie, doux nom que l’exil fait comprendre!

MARINO FALIERO.

Oh doze paiz de Congo,

Doces terras d’além mar!

Oh! dias de sol formoso!

Oh! noites d’almo luar!

Desertos de branca areia

De vasta, immensa extensão,

Onde livre corre a mente,

Livre bate o coração!