Doces terras d’além mar!
Do rispido Senhor a voz irada,
Rabida sôa,
Sem o pranto enchugar a triste escrava
Pavida vôa.
Mas era em mora por scismar na terra,
Onde nascera,
Onde vivera tão ditosa, e onde
Morrer devera!
Doces terras d’além mar!
Do rispido Senhor a voz irada,
Rabida sôa,
Sem o pranto enchugar a triste escrava
Pavida vôa.
Mas era em mora por scismar na terra,
Onde nascera,
Onde vivera tão ditosa, e onde
Morrer devera!