Vem o perdão nas lagrimas contritas,
Nas azas do soffrer desce a clemencia;
Sobre quem chora mais elle mais vela!
Seo amor divinal é como a lampada,
Na abobada d’um templo pendurada,
Mais luz filtrando em mais opácas trevas.
Eu o conheço:—o cantico do bardo
É balsamo ao que morre,—é lenitivo,
Mas doloroso, mas funereo e triste
A quem lhe carpe infausto a morte crúa.