Outro, sim, que não eu.—Bardo sem nome,
Com pouco vivo;—sobre a terra, á noite,
Meo corpo lanço, descançando a fronte
N’um tronco ou pedra ou mal nascido arbusto.
Sou mais que um rei co’o meo docel de nuvens
Que tem gravados scintillantes mundos!
Com a vista no céo percorro os astros,
Vagueia a minha mente além das nuvens,
Vagueia o meo pensar—alto, arrojado
Além de quanto o olhar nos céos alcança.