I.
Gentil, engraçado infante
Nos teos jogos inconstante,
Que tens tão bello semblante,
Que vives sempre a brincar,
—Dos teos brinquedos te esqueces
Á noitinha,—e te entristeces
Como a bonina,—e adormeces,
Adormeces a sonhar!
II.
I.
Gentil, engraçado infante
Nos teos jogos inconstante,
Que tens tão bello semblante,
Que vives sempre a brincar,
—Dos teos brinquedos te esqueces
Á noitinha,—e te entristeces
Como a bonina,—e adormeces,
Adormeces a sonhar!
II.