Por um dia de ventura
Dá-nos annos de amargura
E fragoas do coração.
VIII.
Só aquelle que da morte
Soffreo o terrivel córte,
Não tem dôres que supporte,
Nem sonhos o acordarão:
Gentil infante, engraçado,
Que vives tão sem cuidado,
Por um dia de ventura
Dá-nos annos de amargura
E fragoas do coração.
VIII.
Só aquelle que da morte
Soffreo o terrivel córte,
Não tem dôres que supporte,
Nem sonhos o acordarão:
Gentil infante, engraçado,
Que vives tão sem cuidado,