Das bodas do teo rival?
Não, que a vingança lhe range
Nos duros dentes cerrados,
Não, que a cabeça referve
Em mãos projectos damnados!
Não, que os seos olhos bem dizem
O que diz seo coração;
Terriveis, como um espelho,
Que retratasse um vulcão.
Não, que os labios descorados