Seo amor no coração.
Infeliz! não foi culpada;
Foi culpa do fado meo!
Nada mais de pensar n’ella;
Finjamos que ella morreo.
Por entre a turba que alegre
No baile—a sorrir-se estava,
Mudo, triste, e pensativo
Surdamente se afastava.
De manhã—quando o saráu