E a donzella tão linda que vivia
Confiada no amor,
Entre os braços da mãi provou bem cedo
Da morte o dissabor.
E o tremulo ancião qu’inda esperava
Morrer assim
Como um fructo maduro destacado
D’arvore emfim,
Sentio a morte esvoaçar-lhe em torno,
Como um bulcão,