IV.
Eis o aço da guerra lampeja,
Do fogoso corsel o nitrido,
Eis o bronzeo canhão que rouqueja,
Eis da morte represso o gemido.
Já se aprestão guerreiros luzentes,
Já se enfreião corseis bellicosos,
Já mancebos se partem contentes,
Augurando a victoria briosos.
Brilha a raiva nos olhos;—nas faces