Que m’importa a feia noite,
Quando desdobra o seo véo?
Estas scenas, que amei, já me não causão
Nem dôr e nem prazer!—Indifferente,
Minha alma um só desejo não concebe,
Nem vontade já tem!... Oh! Deos! quem pôde
Do meo imaginar as puras azas
Cercear, desprender-lhe as niveas plumas,
Roja-las sobre o pó, calca-las tristes?
Perante a creação tão vasta e bella