Um entra neste mundo, outro sae delle,

Gozando ambos da aurora;—um sobre a terra,

E o outro lá nos céos.—O Deos, que é grande,

Do pobre velho compensando as dôres,

O chama para si; o Deos clemente

Sobre a innocencia de continuo vela.

Amei do velho o magestoso aspecto,

Amei o infante que não tem segredos,

Nem cobre o coração co’os folhos d’alma.

Amei as doces vozes da innocencia,