Esse rugido teo? Em vão dos ventos
Corre o insano pegão lascando os troncos,
E do profundo abysmo
Chamando á superficie infindas vagas,
Que avaro encerras no teo seio undoso;
Ao insano rugir dos ventos bravos
Sobresáe teo rugido.
Em vão troveja horrisona tormenta;
Essa voz do trovão, que os céos abala,
Não cobre a tua voz.—Ah! d’onde a houveste,